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Dias d´Ávila

Vice Presidente da cooperativa de transporte de Simões Filho pede mais segurança para a classe

A falta de segurança  é no momento a principal preocupação de quem vive ou trabalha no município de Simões Filho, uma das 12 cidades que integram a região metropolitana de Salvador.

Recentemente as manifestações populares pedindo por segurança têm se tornado uma rotina na vida de quem mora no local. Desta vez quem foi cobrar das autoridades qualidade de vida,  foram os motoristas  de ônibus.

Segundo o  Vice Presidente da Cooperativa de Transporte Municipal, André Dodo, os trabalhadores estão pagando por erro que não é deles. “ A classe não aguenta mais  ter seus ônibus queimados, isto é um absurdo! Esses vândalos já queimaram cerca de 5 veículos” desabafa André.

Os incidentes envolvendo a queima de veículos tem se tornado uma forma de represália cada vez mais comum na cidade. De acordo com Dodo, os atos de vandalismo estão associados aos confrontos entre policiais e criminosos da cidade, mas não há informações oficiais que confirmem a hipótese.

Ainda de acordo com André, muitos motoristas não conseguem repor o prejuízo, cada ônibus custa em média R$ 80 mil e a grande maioria não tem seguro. Outros ainda não estão totalmente quitados, o que impossibilita o profissional de adquirir um novo carro e também de quitar o compromisso financeiro.

Outro problema que o vandalismo trouxe para cidade é o medo que os profissionais têm de sofrerem esse tipo de atentado. “Muitos estão se recusando a realizar o roteiro para determinados bairros, alegando estarem sendo ameaçados” disse Dodo.

Os ataques são feitos quando os motoristas estão em plena rotina de trabalho. Eles são abordados por elementos armados que obrigam, motoristas e passageiros descerem, jogam combustível e ateiam fogo no veículo.

O vice presidente relatou também, que  alguns colaboradores estão preferindo vender seus  veículos o que acaba interferindo no direito  da população local de ter um transporte de qualidade. “Infelizmente a população que sofre com a falta de ônibus nessas localidades, mas não podemos arriscar em fazer esse roteiro sem garantia de segurança”.  Finalizou André.

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