Bairro de Simões Filho vira palco de assaltos. “Isso aqui tá um inferno !”
Simões Filho

Bairro de Simões Filho vira palco de assaltos. “Isso aqui tá um inferno !”

Um dos mais importantes bairros de Simões Filho,o Cia I tem sido palco de diversos casos de assaltos a pedestre e comerciantes nos últimos tempos. Somente no último final de semana, três moradores, um mercadinho e um trailer de lanches foram alvos da bandidagem.

Pouco antes de fechar as portas, por volta das 18h, uma pequena mercearia, localizada na Quadra IV,  foi invadida por um homem armado, que rendeu a balconista e levou o dinheiro apurado, além de alguns produtos e pertences pessoais dos clientes.

Horas mais tarde, o dono de um  trailer de venda de lanches, situado nas proximidades da Praça do bairro, foi surpreendido com o anúncio de assalto, e os suspeitos fugiram levando o dinheiro e pertences do proprietário. Os acusados, com as mesmas características, no caminho, ainda cometeu novo assalto, levando o celular de uma garota.

O fato é que os  moradores e comerciantes estão amedrontados e reclamam da pouca efetividade das ações de segurança pública em uma das regiões mais importantes da cidade. Além dos constantes assaltos, até mesmo residências têm sido alvo das ações criminosas. Na última segunda, na Quadra VI, uma casa sofreu ataque de um elemento, que roubou uma gaiola e um aspirador de pó. “ Isso aqui tá um inferno, não temos mais tranquilidade nem mesmo para ficar na porta de casa, pois os bandidos atacam de dia e de noite.”, confirmou uma moradora.

Não é apenas nas famosas Quadras, que os bandidos agem. Uma das principais vias de Simões Filho, a Avenida Elmo Serejo Fárias tem sido palco de diversos casos de assaltos a pedestres nos últimos dias.  Na noite desta quarta-feira (03) um grupo de pessoas que saíam de uma Igreja Evangélica, foi atacado por dois homens em uma motocicleta. Eles levaram celulares e dinheiro das vítimas.

Um dos fatos que chamam atenção, mesmo com grande índice de violência no bairro, que os casos não são registrados na delegacia de Simões Filho. “ As vítimas preferem desabafar nas redes sociais ou solicitar ajuda da imprensa, mas, poucos são os que comparecem à delegacia para solicitar apoio.”, comentou um agente da segurança pública, atuante em Simões Filho.

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